3.1 Emprego O emprego é o elemento mais importante gerador de riqueza e bem-estar. Por essa razão a criação de postos de trabalho é cada vez mais importante. A sua escassez tem hoje em dia um papel assustador na sociedade e no país em geral, visto que, este facto contribui para:
·Violência; ·Vandalismo; ·Desemprego; ·Atraso da Economia; ·Miséria;
Um dos objectivos da UE definidos na cimeira de Lisboa de 2000 foi a criação de postos de trabalho. Ficou também estabelecida a meta a alcançar para o emprego em 2010, onde esta se deverá situar nos 60% / 70% da população entre os 15 e os 64 anos. Numa breve análise ao Relatório 2004 do Instituto Nacional de Estatística, em 2003 a taxa média de emprego na UE rondava os 64,3%, alcançando assim o mínimo previsto apenas para 2010. Apenas os países mediterrânicos apresentavam taxas de emprego à volta dos 55%.
Portugal apresentava nesse ano uma taxa média de 67,2% de população empregada, apenas a cerca de 3 pontos percentuais do objectivo da UE para 2010. Contudo, segundo o Instituto Nacional de Estatística no 1º trimestre deste ano (2009), Portugal apresenta uma taxa de população empregada apenas de 62,1%.
Para este decréscimo contribuíram:
·A diminuição do número de empregados do sexo masculino; ·A diminuição do número de empregados com nível de escolaridade completo correspondente, no máximo, ao 3º ciclo do ensino básico; ·Diminuição do emprego no sector da indústria, construção, energia, água, agricultura, silvicultura e pesca, em contrapartida no sector dos serviços o emprego aumentou; ·Diminuição do número de trabalhadores a tempo completo; ·Diminuição de trabalhadores por conta própria;
A iniciativa lançada pelo governo Português no inicio deste ano “ O Emprego Primeiro” está ainda a fazer-se notar na sociedade, para 2010 espera-se que esta iniciativa contribua para o aumento da taxa de emprego.
O Objectivo desta é relançar a economia promovendo a reestruturação e modernização do produto nacional pela via do emprego e da qualificação.
Empresas, Entidades públicas e privadas, cidadãos e autarquias estão envolvidos neste projecto que tem como objectivos principais:
·Apoiar a criação empresas; ·Contratação de jovens e desempregados de longa duração; ·Criação de cursos para a formação e educação; ·Apoiar a redução da precariedade no emprego;
Espera-se para 2010 um aumento das oportunidades de emprego em Portugal, onde a sociedade se sinta motivada a permanecer no seu país.
(Fonte: INE)
3.2 Idade de saída do mercado de trabalho A idade de saída do mercado de trabalho significa o enquadramento legal quanto à idade de entrada na reforma em vigor nos Estados-Membros.
Analisando o Relatório IE de 2004, conclui-se que em 2002 a idade da reforma na União Europeia situava-se nos 60,8 anos, sendo que actualmente este valor é ligeiramente mais alto. No ano em análise, Portugal registava um dos valores mais elevados na EU (62,9 anos). Atendendo ao sexo, o nosso país regista o mesmo valor tanto para o homem como para a mulher.
Actualmente, a idade de saída do mercado de trabalho situa-se nos 65 anos.
Completando este tema, foi analisado o caso da Alemanha, onde em 2007, a Câmara Baixa do Parlamento Alemão aprovou o aumento da idade da reforma de 65 para 67 anos, num movimento que deve provocar uma onda de imitação pela Europa. Recentes análises provam que este movimento, a curto prazo, levará ao envelhecimento da população alemã, causando um grande peso no Orçamento de Estado, isto verifica-se também em Portugal.
(Fonte: quintus: movv.org)
3.3 Produtividade do trabalho “A produtividade do trabalho é um bom indicador da “performance” económica pois permite medir a eficiência na utilização do factor trabalho para a obtenção do produto.” (Relatório IE 2004; pag.28)
A Produtividade consiste narelaçãoentre a Produção (quantidade fabricada, em valor absoluto) e um determinado factor de trabalho.
Assim, se uma empresa consegue realizar muita Produção, tal não quer dizer, necessariamente, que a Produtividade dos seus trabalhadoresseja elevada – basta existiremmuitos trabalhadoresa fazer “pouco”, para que o total das suas actividades seja “muito”.
Suponhamos, então, a Produtividade do Trabalho, indicador analisado neste contexto específico:
Produtividade do Trabalho =VAB(aCf)/Nº horas Trabalhadas
Formalmente, a produtividade do trabalho corresponde à quantidade de trabalho necessária para produzir uma unidade de um determinado bem. Do ponto de vista macroeconómico, mede-se a produtividade do trabalho através do Produto Interno de um país (PIB) por pessoa activa.
Segundo o relatório do I.E., o crescimento da produtividade depende da qualidade do capital físico, da melhoria das competências da mão-de-obra, dos progressos tecnológicos e de novas formas de organização. Assim, o crescimento da produtividade é a principal fonte de crescimento económico.
Como podemos verificar no relatório em análise, Portugal é o país que apresenta uma produtividade mais baixa por trabalhador, influenciando, assim, uma série de factores indiscutivelmente relevantes para a economia do país, nomeadamente os empregos, salários, entre outros. O crescimento da produtividade depende, entre outros aspectos da melhoria das competências da mão-de-obra, dos progressos tecnológicos e de novas formas de organização sendo a incorporação de conhecimento e inovação, factores de importância estratégica. Num contexto social em que o envelhecimento da população é uma realidade o aumento da produtividade do trabalho constitui, um factor determinante na obtenção de um crescimento sustentável, como já foi dito anteriormente.
São indicadores de produtividade do trabalho os seguintes tópicos:
·Volume de produção por pessoa; ·Valor acrescentado por pessoa; ·Remuneração por pessoa; ·Emprego;
PIB/TRABALHADOR Consideremos o PIB/trabalhador, indicador da produtividade utilizado pelo Eurostat.
Dos 15 membros antigos da EU, apenas Portugal, Castilla-la-Mancha e Extremadura,Carnualha, as ilhas de sally, terras altas e Reino Unido apresentam produtividade inferior a 4000 euros/ trabalhador.
(Eurostat regional yearbook 2007)
Causas apontadas para a situação portuguesa: ·Utilização de capital antigo pelas empresas (maquinaria ultrapassada); ·Fraca qualificação de mão-de-obra; ·Excesso de burocracia.
Soluções possíveis:
·Incorporação do progresso técnico no capital fixo, como máquinas eficientes que poupam trabalho e capital circulante; ·Combater a burocracia; ·Valorização do capital humano – melhor gestão de horários (pausas menos longas e mais frequentes), programas de manutenção de saúde, programas de incentivo aos trabalhadores (trabalhador mais motivado é igual a trabalhador mais produtivo).
Há a necessidade de combater a erosão das horas de trabalho em Portugal. Soluções? Ganhar o mesmo mas trabalhar mais, até porque a população está cada vez mais envelhecida.
Outro factor a alterar é a rigidez no mercado laboral e a idade de reforma.A Europa está a viver do passado. A curto prazo, as pessoas terão de trabalhar mais tempo, e daqui a uns anos as reformas entre os 62 e os 65 anos serão impensáveis.
Fonte: Diário de Notícias - http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=611195 3.4 Desemprego O desemprego é a medida da parcela da força de trabalho disponível que se encontra sem emprego. Este fenómeno e observado em todo o mundo, mas principalmente nos países subdesenvolvidos cujas economias não conseguem suprir o crescimento populacional.
Uma das agravantes e a crescente mecanização e informatização dos processos de trabalho acabando com cargos que antes eram desempenhados por pessoas sem instrução/qualificação e, agora por exigirem conhecimento e formação acabam por excluir muitos trabalhadores. Comparando a União Europeia com os Estados Unidos da América a taxa de desemprego média diferencia entre os dois continentes, segundo o relatório do IE no ano de 2003 na EU (a 15) a taxa de desemprego média era de 8,1% e nos EUA era de 6,0%. No que diz respeito á participação por sexo dentro da EU, as taxas de desemprego são bem diferentes, sendo mais elevadas no sexo feminino; e nos países em que se vê uma maior disparidade da taxa de desemprego é nos países mediterrânicos, como a Espanha, a Grécia e a Itália. No caso de Portugal, a divergência entre as duas taxas é de 1,8% que é um valor ligeiramente superior ao conjunto dos 15 estados membros (1,5%).
Podemos dizer que no ano de 2003 a taxa de desemprego no nosso país era de 6,3% e que estava numa zona intermédia abaixo do valor médio registado no conjunto dos países da União Europeia. Este enquadramento está relacionado com o facto de na segunda metade da década de 90 mais concretamente a partir de 1996 ter havido uma diminuição da taxa de desemprego, ou seja, no ano de 1996 a taxa de desemprego era de 7,3% passando para 4,1% no ano de 2000, mas neste ultimo ano devido ao movimento do desemprego houve um agravamento de 2,2%. Em relação a taxa de desemprego por sexos neste ano houve um acréscimo tanto a nível de homens(2,4%) como a nível de mulheres(2,2%).
Em relação ao gráfico do desemprego é de referir que: no que se refere ao mínimo dos três países, a taxa de desemprego em 1999é inferior á de 2003, situando-se em 1999 no numero três e em 2003 perto do número 4 (isto numa escala de 0 a 12), na União europeia a 15 a taxa de desemprego em 1999 era superior á de 2003 situando-se em 1999 mais ou menos nos 9 e em 2003 nos 8, No máximo dos três países a taxa de desemprego é superior em 1999 situando-se perto dos 12 do que em 2003 situando-se nos 10, Em relação a Portugal a taxa de desemprego em 1999 é inferior, situando-se nos 4,5 do que em 2003 que se situa mais ou menos nos 6,5. Na União Europeia a 25 a taxa de desemprego em 1999 é ligeiramente superior situando-se mais ou menos nos 9 do que em 2003 que está mais ou menos nos 8,8, Nos EUA a taxa de desemprego é bastante inferior em 1999 que se situa pouco depois dos 4 do que em 2003 que se situa perto dos 6 e por fim o Japão que a taxa de desemprego é inferior em 1999 situando-se nos 4,5 do que em 2003 situando-se nos 5.(fonte: -relatório do IE).
No que diz respeito aos 25 estados membros da União Europeia no ano de 2003 a taxa de desemprego situava se nos 9,0% o que se constata que de uma maneira geral os novos países aderentes se encontram numa situação mais frágil. Segundo dados do Eurostat a taxa de desemprego em Portugal, baixou 0,1% em Agosto em relação ao mês de Julho, ou seja, desceu de 9,2% para 9,1%. Esta evolução embora pequena contraria a tendência que se vê tanto na União Europeia como na zona Euro visto que se registou uma subida da taxa de desemprego.
No que diz respeito á taxa de sazonalidade esta cresceu 0,1%, ou seja de 9,5% para 9,6%, na zona euro é de 9% para 9,1% na União Europeia a 27. Em termos homólogos, a taxa nacional aumentou, 1,2% já que em Agosto do ano passado a taxa se encontrava nos 7,9%, uma subida inferior á registada no conjunto da Zona Euro, que subiu 2% e da União Europeia que subiu 2,1%. Mais uma vez, segundo os dados do Eurostat existem cerca de 21.872 milhões de desempregados no conjunto dos 27dos quais 15.165 milhões dizem respeito á zona Euro. Em relação a Julho registam-se mais 236 mil desempregados na União Europeia e mais 165 mil desempregados na zona Euro. Em comparação com Agosto de 2008, estes aumentos dispararam para 5.008 e 3224 milhões de desempregados. As taxas mais baixas foram as da Holanda (3,5%), a Áustria (4,7%), a Espanha (18,9%) e a Letónia(18,3%). (Fonte: - www.agenciafinanceira.iol.pt/economia) visto as 15h32 minutos do dia 26 de Novembro. (E pesquisa no website do Google) Grupo de trabalho: Lara Gonçalves, Vânia Oliveira, Alexandra Taveira, Rita Freitas, Ana Pinto
3.1 Emprego
O emprego é o elemento mais importante gerador de riqueza e bem-estar. Por essa razão a criação de postos de trabalho é cada vez mais importante. A sua escassez tem hoje em dia um papel assustador na sociedade e no país em geral, visto que, este facto contribui para:
· Violência;
· Vandalismo;
· Desemprego;
· Atraso da Economia;
· Miséria;
Um dos objectivos da UE definidos na cimeira de Lisboa de 2000 foi a criação de postos de trabalho. Ficou também estabelecida a meta a alcançar para o emprego em 2010, onde esta se deverá situar nos 60% / 70% da população entre os 15 e os 64 anos.
Numa breve análise ao Relatório 2004 do Instituto Nacional de Estatística, em 2003 a taxa média de emprego na UE rondava os 64,3%, alcançando assim o mínimo previsto apenas para 2010. Apenas os países mediterrânicos apresentavam taxas de emprego à volta dos 55%.
Portugal apresentava nesse ano uma taxa média de 67,2% de população empregada, apenas a cerca de 3 pontos percentuais do objectivo da UE para 2010.
Contudo, segundo o Instituto Nacional de Estatística no 1º trimestre deste ano (2009), Portugal apresenta uma taxa de população empregada apenas de 62,1%.
Para este decréscimo contribuíram:
· A diminuição do número de empregados do sexo masculino;
· A diminuição do número de empregados com nível de escolaridade completo correspondente, no máximo, ao 3º ciclo do ensino básico;
· Diminuição do emprego no sector da indústria, construção, energia, água, agricultura, silvicultura e pesca, em contrapartida no sector dos serviços o emprego aumentou;
· Diminuição do número de trabalhadores a tempo completo;
· Diminuição de trabalhadores por conta própria;
A iniciativa lançada pelo governo Português no inicio deste ano “ O Emprego Primeiro” está ainda a fazer-se notar na sociedade, para 2010 espera-se que esta iniciativa contribua para o aumento da taxa de emprego.
O Objectivo desta é relançar a economia promovendo a reestruturação e modernização do produto nacional pela via do emprego e da qualificação.
Empresas, Entidades públicas e privadas, cidadãos e autarquias estão envolvidos neste projecto que tem como objectivos principais:
· Apoiar a criação empresas;
· Contratação de jovens e desempregados de longa duração;
· Criação de cursos para a formação e educação;
· Apoiar a redução da precariedade no emprego;
Espera-se para 2010 um aumento das oportunidades de emprego em Portugal, onde a sociedade se sinta motivada a permanecer no seu país.
(Fonte: INE)
3.2 Idade de saída do mercado de trabalho
A idade de saída do mercado de trabalho significa o enquadramento legal quanto à idade de entrada na reforma em vigor nos Estados-Membros.
Analisando o Relatório IE de 2004, conclui-se que em 2002 a idade da reforma na União Europeia situava-se nos 60,8 anos, sendo que actualmente este valor é ligeiramente mais alto.
No ano em análise, Portugal registava um dos valores mais elevados na EU (62,9 anos). Atendendo ao sexo, o nosso país regista o mesmo valor tanto para o homem como para a mulher.
Actualmente, a idade de saída do mercado de trabalho situa-se nos 65 anos.
Completando este tema, foi analisado o caso da Alemanha, onde em 2007, a Câmara Baixa do Parlamento Alemão aprovou o aumento da idade da reforma de 65 para 67 anos, num movimento que deve provocar uma onda de imitação pela Europa. Recentes análises provam que este movimento, a curto prazo, levará ao envelhecimento da população alemã, causando um grande peso no Orçamento de Estado, isto verifica-se também em Portugal.
(Fonte: quintus: movv.org)
3.3 Produtividade do trabalho
“A produtividade do trabalho é um bom indicador da “performance” económica pois permite medir a eficiência na utilização do factor trabalho para a obtenção do produto.”
(Relatório IE 2004; pag.28)
A Produtividade consiste na relação entre a Produção (quantidade fabricada, em valor absoluto) e um determinado factor de trabalho.
Assim, se uma empresa consegue realizar muita Produção, tal não quer dizer, necessariamente, que a Produtividade dos seus trabalhadores seja elevada – basta existirem muitos trabalhadores a fazer “pouco”, para que o total das suas actividades seja “muito”.
Suponhamos, então, a Produtividade do Trabalho, indicador analisado neste contexto específico:
Produtividade do Trabalho = VAB (a Cf)/ Nº horas Trabalhadas
Formalmente, a produtividade do trabalho corresponde à quantidade de trabalho necessária para produzir uma unidade de um determinado bem. Do ponto de vista macroeconómico, mede-se a produtividade do trabalho através do Produto Interno de um país (PIB) por pessoa activa.
Segundo o relatório do I.E., o crescimento da produtividade depende da qualidade do capital físico, da melhoria das competências da mão-de-obra, dos progressos tecnológicos e de novas formas de organização. Assim, o crescimento da produtividade é a principal fonte de crescimento económico.
Como podemos verificar no relatório em análise, Portugal é o país que apresenta uma produtividade mais baixa por trabalhador, influenciando, assim, uma série de factores indiscutivelmente relevantes para a economia do país, nomeadamente os empregos, salários, entre outros.
O crescimento da produtividade depende, entre outros aspectos da melhoria das competências da mão-de-obra, dos progressos tecnológicos e de novas formas de organização sendo a incorporação de conhecimento e inovação, factores de importância estratégica. Num contexto social em que o envelhecimento da população é uma realidade o aumento da produtividade do trabalho constitui, um factor determinante na obtenção de um crescimento sustentável, como já foi dito anteriormente.
São indicadores de produtividade do trabalho os seguintes tópicos:
· Volume de produção por pessoa;
· Valor acrescentado por pessoa;
· Remuneração por pessoa;
· Emprego;
PIB/TRABALHADOR
Consideremos o PIB/trabalhador, indicador da produtividade utilizado pelo Eurostat.
Dos 15 membros antigos da EU, apenas Portugal, Castilla-la-Mancha e Extremadura,Carnualha, as ilhas de sally, terras altas e Reino Unido apresentam produtividade inferior a 4000 euros/ trabalhador.
(Eurostat regional yearbook 2007)
Causas apontadas para a situação portuguesa:
· Utilização de capital antigo pelas empresas (maquinaria ultrapassada);
· Fraca qualificação de mão-de-obra;
· Excesso de burocracia.
Soluções possíveis:
· Incorporação do progresso técnico no capital fixo, como máquinas eficientes que poupam trabalho e capital circulante;
· Combater a burocracia;
· Valorização do capital humano – melhor gestão de horários (pausas menos longas e mais frequentes), programas de manutenção de saúde, programas de incentivo aos trabalhadores (trabalhador mais motivado é igual a trabalhador mais produtivo).
Há a necessidade de combater a erosão das horas de trabalho em Portugal. Soluções? Ganhar o mesmo mas trabalhar mais, até porque a população está cada vez mais envelhecida.
Outro factor a alterar é a rigidez no mercado laboral e a idade de reforma. A Europa está a viver do passado. A curto prazo, as pessoas terão de trabalhar mais tempo, e daqui a uns anos as reformas entre os 62 e os 65 anos serão impensáveis.
Fonte: Diário de Notícias - http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=611195
3.4 Desemprego
O desemprego é a medida da parcela da força de trabalho disponível que se encontra sem emprego. Este fenómeno e observado em todo o mundo, mas principalmente nos países subdesenvolvidos cujas economias não conseguem suprir o crescimento populacional.
Uma das agravantes e a crescente mecanização e informatização dos processos de trabalho acabando com cargos que antes eram desempenhados por pessoas sem instrução/qualificação e, agora por exigirem conhecimento e formação acabam por excluir muitos trabalhadores. Comparando a União Europeia com os Estados Unidos da América a taxa de desemprego média diferencia entre os dois continentes, segundo o relatório do IE no ano de 2003 na EU (a 15) a taxa de desemprego média era de 8,1% e nos EUA era de 6,0%. No que diz respeito á participação por sexo dentro da EU, as taxas de desemprego são bem diferentes, sendo mais elevadas no sexo feminino; e nos países em que se vê uma maior disparidade da taxa de desemprego é nos países mediterrânicos, como a Espanha, a Grécia e a Itália. No caso de Portugal, a divergência entre as duas taxas é de 1,8% que é um valor ligeiramente superior ao conjunto dos 15 estados membros (1,5%).
Podemos dizer que no ano de 2003 a taxa de desemprego no nosso país era de 6,3% e que estava numa zona intermédia abaixo do valor médio registado no conjunto dos países da União Europeia. Este enquadramento está relacionado com o facto de na segunda metade da década de 90 mais concretamente a partir de 1996 ter havido uma diminuição da taxa de desemprego, ou seja, no ano de 1996 a taxa de desemprego era de 7,3% passando para 4,1% no ano de 2000, mas neste ultimo ano devido ao movimento do desemprego houve um agravamento de 2,2%. Em relação a taxa de desemprego por sexos neste ano houve um acréscimo tanto a nível de homens(2,4%) como a nível de mulheres(2,2%).
Em relação ao gráfico do desemprego é de referir que: no que se refere ao mínimo dos três países, a taxa de desemprego em 1999é inferior á de 2003, situando-se em 1999 no numero três e em 2003 perto do número 4 (isto numa escala de 0 a 12), na União europeia a 15 a taxa de desemprego em 1999 era superior á de 2003 situando-se em 1999 mais ou menos nos 9 e em 2003 nos 8, No máximo dos três países a taxa de desemprego é superior em 1999 situando-se perto dos 12 do que em 2003 situando-se nos 10, Em relação a Portugal a taxa de desemprego em 1999 é inferior, situando-se nos 4,5 do que em 2003 que se situa mais ou menos nos 6,5. Na União Europeia a 25 a taxa de desemprego em 1999 é ligeiramente superior situando-se mais ou menos nos 9 do que em 2003 que está mais ou menos nos 8,8, Nos EUA a taxa de desemprego é bastante inferior em 1999 que se situa pouco depois dos 4 do que em 2003 que se situa perto dos 6 e por fim o Japão que a taxa de desemprego é inferior em 1999 situando-se nos 4,5 do que em 2003 situando-se nos 5.(fonte: -relatório do IE).
No que diz respeito aos 25 estados membros da União Europeia no ano de 2003 a taxa de desemprego situava se nos 9,0% o que se constata que de uma maneira geral os novos países aderentes se encontram numa situação mais frágil. Segundo dados do Eurostat a taxa de desemprego em Portugal, baixou 0,1% em Agosto em relação ao mês de Julho, ou seja, desceu de 9,2% para 9,1%. Esta evolução embora pequena contraria a tendência que se vê tanto na União Europeia como na zona Euro visto que se registou uma subida da taxa de desemprego.
No que diz respeito á taxa de sazonalidade esta cresceu 0,1%, ou seja de 9,5% para 9,6%, na zona euro é de 9% para 9,1% na União Europeia a 27. Em termos homólogos, a taxa nacional aumentou, 1,2% já que em Agosto do ano passado a taxa se encontrava nos 7,9%, uma subida inferior á registada no conjunto da Zona Euro, que subiu 2% e da União Europeia que subiu 2,1%. Mais uma vez, segundo os dados do Eurostat existem cerca de 21.872 milhões de desempregados no conjunto dos 27dos quais 15.165 milhões dizem respeito á zona Euro. Em relação a Julho registam-se mais 236 mil desempregados na União Europeia e mais 165 mil desempregados na zona Euro. Em comparação com Agosto de 2008, estes aumentos dispararam para 5.008 e 3224 milhões de desempregados. As taxas mais baixas foram as da Holanda (3,5%), a Áustria (4,7%), a Espanha (18,9%) e a Letónia(18,3%).
(Fonte: - www.agenciafinanceira.iol.pt/economia) visto as 15h32 minutos do dia 26 de Novembro. (E pesquisa no website do Google)
Grupo de trabalho: Lara Gonçalves, Vânia Oliveira, Alexandra Taveira, Rita Freitas, Ana Pinto